Para ouvir e amar: The National
7/02/2016 01:51:00 PM
Minha última indicação musical foi feita em fevereiro, então agora volto com essa aqui que estava morrendo pra fazer. Essa é uma banda que eu acredito que poucas pessoas irão gostar, mas vale a pena dar uma chance para conhecer algo novo e diferente.
Sobre eles: "The National é uma banda estadunidense de indie rock e post-punk revival.
Nascidos originalmente no final dos anos 90, em Ohio, nos Estados Unidos, mudaram-se para Nova Iorque e, depois do habitual período de apresentações ao vivo em pequenos espaços, gravaram o seu primeiro disco.
Se, durante alguns anos, tudo foi relativamente discreto – os álbuns The National (2001), Sad Songs for Dirty Lovers (2003) e o EP Cherry Tree (2004) circularam num universo mais ou menos fechado de admiradores do género indie rock, em 2005, com o lançamento de Alligator, o terceiro álbum, tudo mudou. De grupo de culto só para uma mão-cheia de pessoas passaram a grupo de culto de uma imensa minoria. Boxer, editado em 2007 e que prossegue a linha dos discos anteriores, canções onde a voz de Matt Berninger sobressai e a melancolia é sempre doce, consolidou o grupo como um dos nomes pop-rock mais apetecidos do momento. À semelhança do que aconteceu com o registo anterior, a banda recebeu grandes críticas por parte da imprensa que não se cansou de elogiar o talento de Matt Berninger enquanto letrista e frontman da banda." (Leia mais)
Conheci The National através de um ex-namorado (e, honestamente, essa foi a melhor coisa que esse namoro me trouxe, rs) e foi amor à primeira ouvida.
A primeira música que eu ouvi deles, é também a minha favorita, então comecem essa playlist com essa combinação perfeita de letra e melodia:
Sobre eles: "The National é uma banda estadunidense de indie rock e post-punk revival.
Nascidos originalmente no final dos anos 90, em Ohio, nos Estados Unidos, mudaram-se para Nova Iorque e, depois do habitual período de apresentações ao vivo em pequenos espaços, gravaram o seu primeiro disco.
Se, durante alguns anos, tudo foi relativamente discreto – os álbuns The National (2001), Sad Songs for Dirty Lovers (2003) e o EP Cherry Tree (2004) circularam num universo mais ou menos fechado de admiradores do género indie rock, em 2005, com o lançamento de Alligator, o terceiro álbum, tudo mudou. De grupo de culto só para uma mão-cheia de pessoas passaram a grupo de culto de uma imensa minoria. Boxer, editado em 2007 e que prossegue a linha dos discos anteriores, canções onde a voz de Matt Berninger sobressai e a melancolia é sempre doce, consolidou o grupo como um dos nomes pop-rock mais apetecidos do momento. À semelhança do que aconteceu com o registo anterior, a banda recebeu grandes críticas por parte da imprensa que não se cansou de elogiar o talento de Matt Berninger enquanto letrista e frontman da banda." (Leia mais)
Conheci The National através de um ex-namorado (e, honestamente, essa foi a melhor coisa que esse namoro me trouxe, rs) e foi amor à primeira ouvida.
A primeira música que eu ouvi deles, é também a minha favorita, então comecem essa playlist com essa combinação perfeita de letra e melodia:
Terrible Love - The National
Discografia de estúdio

The National (2001) Sad Songs For Dirty Lovers (2003) Alligator (2005)

Boxer (2007) High Violet (2010) Trouble Will Find Me (2013)
Fotos:
Curiosidades: The National também fez parte da série Game of Thrones, a música The Rains of Castamere foi a trilha sonora de uma das cenas mais chocantes da série (bem, na primeira temporada, né?).
A banda também ficou conhecida por uma performance no MoMA PS1, um dos maiores institutos de arte contemporânea dos Estados Unidos, onde a banda tocou por seis horas seguidas a música Sorrow.
Ano passado eles lançaram um box com 9 LPs transparentes dessa performance, com aproximadamente 105 repetições da música. (fonte)
***
Recentemente adquiri um toca-discos muito maravilhoso e claro que a primeira coisa que veio na minha mente foi comprar os LPs do The National.
Essa banda além de ser incrível pelos seus talentos musicais, é também reconhecida pelos talentos visuais. As artes dos seus álbuns e até mesmo os pôsteres de divulgação da participação deles em festivais e shows tem uma identidade visual incrível.
Até os discos de vinil da banda tem uma baita identidade visual, tendo alguns em edição limitada na mesma cor do título do álbum.
Consegui comprar dois dos meus álbuns preferidos e ainda estou a procura de mais dois nessa edição, mas fica aqui umas fotinhas dessas maravilhas em forma de vinil:
Para mais indie rock com uma pegada melancólica gostosinha de se ouvir, ouça The National. <3








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